A luz crua do estio prematuro
by Álvaro de Campos
· 10-4-1929
Published 10/04/1929
A luz crua do estio prematuro
Sai como um grito do ar da primavera...
Meus olhos ardem-me como se viesse da Noite...
Meu cérebro está tonto, como se eu quisesse justiça...
Contra a luz crua todas as formas são silhuetas.