Àquele que, constante, nada espera

by Ricardo Reis · 21-3-1929
Published 21/03/1929

Àquele que, constante, nada espera

Não pode negar Jove; nem para ele

      Murcham as frágeis flores

      Que nunca esperou ver.

Consiste a força do ânimo em não tê-la

Para os alacres fins da fantasia,

      Mas em saber conter-se

      Nos limites d (...)

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