O GUARDADOR DE REBANHOS
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📂 O GUARDADOR DE REBANHOS
- I - Eu nunca guardei rebanhos, — Alberto Caeiro
- II - O meu olhar é nítido como um girassol. — Alberto Caeiro
- III - Ao entardecer, debruçado pela janela, — Alberto Caeiro
- IV - Esta tarde a trovoada caiu — Alberto Caeiro
- V - Há metafísica bastante em não pensar em nada. — Alberto Caeiro
- VI - Pensar em Deus é desobedecer a Deus, — Alberto Caeiro
- VII - Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo… — Alberto Caeiro
- VIII - Num meio-dia de fim de Primavera — Alberto Caeiro
- IX - Sou um guardador de rebanhos. — Alberto Caeiro
- X - «Olá, guardador de rebanhos,» — Alberto Caeiro
- XI - Aquela senhora tem um piano — Alberto Caeiro
- XII - Os pastores de Virgílio tocavam avenas e outras coisas — Alberto Caeiro
- XIII - Leve, leve, muito leve, — Alberto Caeiro
- XIV - Não me importo com as rimas. Raras vezes — Alberto Caeiro
- XV - As quatro canções que seguem — Alberto Caeiro
- XVI - Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois — Alberto Caeiro
- XVII - No meu prato que mistura de Natureza! — Alberto Caeiro
- XVIII - Quem me dera que eu fosse o pó da estrada — Alberto Caeiro
- XIX - O luar quando bate na relva — Alberto Caeiro
- XX - O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, — Alberto Caeiro
- XXI - Se eu pudesse trincar a terra toda — Alberto Caeiro
- XXII - Como quem num dia de Verão abre a porta de casa — Alberto Caeiro
- XXIII - O meu olhar azul como o céu — Alberto Caeiro
- XXIV - O que nós vemos das coisas são as coisas. — Alberto Caeiro
- XXV - As bolas de sabão que esta criança — Alberto Caeiro
- XXVI - Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta, — Alberto Caeiro
- XXVII - Só a Natureza é divina, e ela não é divina... — Alberto Caeiro
- XXVIII - Li hoje quase duas páginas — Alberto Caeiro
- XXIX - Nem sempre sou igual no que digo e escrevo. — Alberto Caeiro
- XXX - Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bem, tenho-o. — Alberto Caeiro
- XXXI - Se às vezes digo que as flores sorriem — Alberto Caeiro
- XXXII - Ontem à tarde um homem das cidades — Alberto Caeiro
- XXXIII - Pobres das flores nos canteiros dos jardins regulares. — Alberto Caeiro
- XXXIV - Acho tão natural que não se pense — Alberto Caeiro
- XXXV - O luar através dos altos ramos, — Alberto Caeiro
- XXXVI - E há poetas que são artistas — Alberto Caeiro
- XXXVII - Como um grande borrão de fogo sujo — Alberto Caeiro
- XXXVIII - Bendito seja o mesmo sol de outras terras — Alberto Caeiro
- XXXIX - O mistério das coisas, onde está ele? — Alberto Caeiro
- XL - Passa uma borboleta por diante de mim — Alberto Caeiro
- XLI - No entardecer dos dias de Verão, às vezes, — Alberto Caeiro
- XLII - Passou a diligência pela estrada, e foi-se; — Alberto Caeiro
- XLIII - Antes o voo da ave, que passa e não deixa rasto, — Alberto Caeiro
- XLIV - Acordo de noite subitamente — Alberto Caeiro
- XLV - Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta. — Alberto Caeiro
- XLVI - Deste modo ou daquele modo, — Alberto Caeiro
- XLVII - Num dia excessivamente nítido, — Alberto Caeiro
- XLVIII - Da mais alta janela da minha casa — Alberto Caeiro
- XLIX - Meto-me para dentro, e fecho a janela. — Alberto Caeiro
- Estas quatro canções, escrevi-as estando doente. — Alberto Caeiro
- Rimo quando calha — Alberto Caeiro
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