Poesia de Álvaro de Campos
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📂 Poesia de Álvaro de Campos
- ... Como, nos dias de grandes acontecimentos no centro da cidade, — Álvaro de Campos
- 2ª Ode - E eu era parte de toda a gente que partia. — Álvaro de Campos
- A água de aqui é boa, não é? — Álvaro de Campos
- A alma humana é porca como um ânus — Álvaro de Campos
- A clareza falsa, rígida, não-lar dos hospitais — Álvaro de Campos
- A coisa estranha e muda em todo o corpo, — Álvaro de Campos
- A estrada inteiramente insubjectiva — Álvaro de Campos
- A liberdade, sim, a liberdade! — Álvaro de Campos
- A luz crua do estio prematuro — Álvaro de Campos
- A música, sim a música... — Álvaro de Campos
- A plácida face anónima de um morto. — Álvaro de Campos
- A rapariga inglesa, uma loura, tão jovem, tão boa — Álvaro de Campos
- A vida é para os inconscientes (Ó Lydia, Celimène, Daisy) — Álvaro de Campos
- ACASO — Álvaro de Campos
- Acordar da cidade de Lisboa, mais tarde do que as outras, — Álvaro de Campos
- Acordo de noite, muito de noite, no silêncio todo. — Álvaro de Campos
- Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir. — Álvaro de Campos
- Ah a frescura na face de não cumprir um dever! — Álvaro de Campos
- Ah as horas indecisas em que a minha vida parece de um outro... — Álvaro de Campos
- Ah o som de abanar o ferro da engomadeira — Álvaro de Campos
- Ah quem tivesse a força para desertar deveras! — Álvaro de Campos
- Ah! Ser indiferente! — Álvaro de Campos
- Ah, abram-me outra realidade! — Álvaro de Campos
- Ah, como outrora era outra a que eu não tinha! — Álvaro de Campos
- Ah, estranha vida a de bordo! Cada novo dia — Álvaro de Campos
- Ah, no terrível silêncio do quarto — Álvaro de Campos
- Ah, onde estou ou onde passo, ou onde não estou nem passo, — Álvaro de Campos
- Ah, os primeiros minutos nos cafés de novas cidades! — Álvaro de Campos
- Ah, perante esta única realidade, que é o mistério, — Álvaro de Campos
- Ah, que extraordinário, — Álvaro de Campos
- Ah, quem me dera ser desempregado! — Álvaro de Campos
- Ah, sempre me contentou que a plebe se divertisse. — Álvaro de Campos
- AH, UM SONETO... — Álvaro de Campos
- Ai, Margarida, — Álvaro de Campos
- Ali não havia electricidade. — Álvaro de Campos
- Ao volante do Chevrolet pela estrada de Sintra, — Álvaro de Campos
- Aquela falsa e triste semelhança — Álvaro de Campos
- Arre, que tanto é muito pouco! — Álvaro de Campos
- Às vezes medito, — Álvaro de Campos
- Às vezes tenho ideias felizes, — Álvaro de Campos
- Através do ruído do café cheio de gente — Álvaro de Campos
- Bem sei que tudo é natural — Álvaro de Campos
- BICARBONATO DE SODA — Álvaro de Campos
- CANÇÃO À INGLESA — Álvaro de Campos
- CANÇÃO ABRUPTA — Álvaro de Campos
- Carnaval — Álvaro de Campos
- Carnaval — fragmento "não tenho compartimentos estanques" — Álvaro de Campos
- CARRY NATION — Álvaro de Campos
- Cesário, que conseguiu — Álvaro de Campos
- Chega através do dia de névoa alguma coisa do esquecimento, — Álvaro de Campos
- Chove muito, chove excessivamente... — Álvaro de Campos
- CLEARLY NON-CAMPOS! — Álvaro de Campos
- Com as malas feitas e tudo a bordo — Álvaro de Campos
- Com teu gesto pintado e exagerado — Fernando Pessoa
- Começa a haver meia-noite, e a haver sossego, — Álvaro de Campos
- Começo a conhecer-me. Não existo. — Álvaro de Campos
- Contudo, contudo, — Álvaro de Campos
- Cristãos, pagãos, [...], (...) — Álvaro de Campos
- Cruzou por mim, veio ter comigo, numa rua da Baixa — Álvaro de Campos
- CUL DE LAMPE — Álvaro de Campos
- Dá-nos a Tua paz, — Álvaro de Campos
- DACTILOGRAFIA — Álvaro de Campos
- DE LA MUSIQUE — Álvaro de Campos
- DEMOGORGON — Álvaro de Campos
- Depois de não ter dormido, — Álvaro de Campos
- Depois de quando deixei de pensar em depois — Álvaro de Campos
- Depus a máscara e vi-me ao espelho. — — Álvaro de Campos
- Desfraldando ao conjunto fictício dos céus estrelados — Álvaro de Campos
- DIAGNÓSTICO — Álvaro de Campos
- DILUENTE — Álvaro de Campos
- DOBRADA À MODA DO PORTO — Álvaro de Campos
- Domingo irei para as hortas na pessoa dos outros, — Álvaro de Campos
- Duas horas e meia da madrugada. Acordo e adormeço. — Álvaro de Campos
- Durmo, remoto; sonho, diferente, — Álvaro de Campos
- É Carnaval, e estão as ruas cheias — Álvaro de Campos
- E deito um cigarro meio fumado fora — Álvaro de Campos
- E eu que estou bêbado de toda a injustiça do mundo... — Álvaro de Campos
- É inútil prolongar a conversa de todo este silêncio. — Álvaro de Campos
- E o esplendor dos mapas, caminho abstracto para a imaginação concreta, — Álvaro de Campos
- E o som só dentro do relógio acentuado — Álvaro de Campos
- Encostei-me para trás na cadeira de convés e fechei os olhos, — Álvaro de Campos
- EPISÓDIOS — Álvaro de Campos
- Esse é um génio, é o que é novo é (...) — Álvaro de Campos
- Esta velha angústia, — Álvaro de Campos
- Estou cansado da inteligência. — Álvaro de Campos
- Estou cansado, é claro, — Álvaro de Campos
- Estou cheio de tédio, de nada. Em cima da cama — Álvaro de Campos
- Estou escrevendo sonetos regulares — Álvaro de Campos
- Estou vazio como um poço seco — Álvaro de Campos
- Eu cantarei, — Álvaro de Campos
- Eu, eu mesmo... — Álvaro de Campos
- Faróis distantes, — Álvaro de Campos
- Foi numa das minhas viagens... — Álvaro de Campos
- Gostava de gostar de gostar. — Álvaro de Campos
- Grandes são os desertos, e tudo é deserto. — Álvaro de Campos
- Há cortejos, pompas, discursos, — Álvaro de Campos
- Há mais de meia-hora — Álvaro de Campos
- Há tanto tempo que não sou capaz — Álvaro de Campos
- Há tantos deuses! — Álvaro de Campos
- Hoje que tudo me falta, como se fosse o chão, — Álvaro de Campos
- DOIS EXCERTOS DE ODES — Álvaro de Campos
- INSÓNIA — Álvaro de Campos
- Já sei: alguém disse a verdade. — Álvaro de Campos
- LÀ-BAS, JE NE SAIS OÙ — Álvaro de Campos
- Lentidão dos vapores pelo mar... — Álvaro de Campos
- Lisboa com suas casas — Álvaro de Campos
- MAGNIFICAT — Álvaro de Campos
- MANIFESTO DE ÁLVARO DE CAMPOS — Álvaro de Campos
- MARINETTI, ACADÉMICO — Álvaro de Campos
- Mas eu não tenho problemas tenho só mistérios. — Álvaro de Campos
- Mas eu, em cuja alma se reflectem — Álvaro de Campos
- Mas mesmo assim, de repente mas de vagar, de vagar, — Álvaro de Campos
- Mas não e só o cadáver — Álvaro de Campos
- Mestre, meu mestre querido! — Álvaro de Campos
- Meu cérebro fotográfico... — Álvaro de Campos
- Meu coração, bandeira içada — Álvaro de Campos
- Meu coração, mistério batido pelas lonas dos ventos... — Álvaro de Campos
- Meu coração. o almirante errado — Álvaro de Campos
- Meu pobre amigo, não tenho compaixão que te dar. — Álvaro de Campos
- Minha imaginação é um Arco de Triunfo. — Álvaro de Campos
- Na ampla sala de jantar das tias velhas — Álvaro de Campos
- Na casa defronte de mim e dos meus sonhos, — Álvaro de Campos
- Na noite terrível, substância natural de todas as noites, — Álvaro de Campos
- NA ÚLTIMA PÁGINA DE UMA ANTOLOGIA NOVA — Álvaro de Campos
- Na véspera de não partir nunca — Álvaro de Campos
- Não estou pensando em nada — Álvaro de Campos
- Não fales alto que isto aqui é vida — — Álvaro de Campos
- Não se preocupem comigo: também tenho a verdade. — Álvaro de Campos
- Não sei se os astros mandam neste mundo, — Álvaro de Campos
- Não sei. Falta-me um sentido, um tacto — Álvaro de Campos
- Não tenho sinceridade nenhuma que te dar. — Álvaro de Campos
- Não ter deveres, nem horas certas, nem realidades... — Álvaro de Campos
- Não ter emoções, não ter desejos, não ter vontades, — Álvaro de Campos
- Não! Só quero a liberdade! — Álvaro de Campos
- Não, não é cansaço... — Álvaro de Campos
- Não: devagar. — Álvaro de Campos
- Nas minhas veias, por onde corre, numa lava de asco, — Álvaro de Campos
- Nas praças vindouras — talvez as mesmas que as nossas — — Álvaro de Campos
- NAVAL ODE — Álvaro de Campos
- Névoas de todas as recordações juntas — Álvaro de Campos
- No conflito escuro e besta — Álvaro de Campos
- No fim de tudo dormir. — Álvaro de Campos
- No lugar dos palácios desertos e em ruínas — Álvaro de Campos
- No ocaso, sobre Lisboa, no tédio dos dias que passam, — Álvaro de Campos
- NOCTURNO DE DIA — Álvaro de Campos
- NOTAS SOBRE TAVIRA — Álvaro de Campos
- Nunca, por mais que viaje, por mais que conheça — Álvaro de Campos
- NUVENS — Álvaro de Campos
- O bêbado caía de bêbado — Álvaro de Campos
- O BIBLIÓFILO — Fernando Pessoa
- O binómio de Newton é tão belo como a Vénus de Milo. — Álvaro de Campos
- O cão que veio do abismo — Álvaro de Campos
- O Chiado sabe-me a açorda. — Álvaro de Campos
- O conto antigo da Gata Borralheira, — Álvaro de Campos
- O descalabro a ócio e estrelas... — Álvaro de Campos
- O dia esta a intentar raiar. As estrelas cosmopolitas — Álvaro de Campos
- O florir do encontro casual — Álvaro de Campos
- O frio especial das manhãs de viagem, — Álvaro de Campos
- O FUTURO — Álvaro de Campos
- Estou tonto, — Álvaro de Campos
- Faz as malas para Parte Nenhuma! — Álvaro de Campos
- Não será melhor — Álvaro de Campos
- O horror sórdido do que, a sós consigo, — Álvaro de Campos
- O melodioso sistema do Universo, — Álvaro de Campos
- O mesmo Teucro duce et auspice Teucro — Álvaro de Campos
- Ó meu amor! ó meu damasco, ó minha seda. — Fernando Pessoa
- O que é haver ser, o que é haver seres, o que é haver coisas, — Álvaro de Campos
- O que há em mim é sobretudo cansaço — — Álvaro de Campos
- O sono que desce sobre mim, — Álvaro de Campos
- O sorriso triste do ante-dia que começou — Álvaro de Campos
- O soslaio do operário estúpido para o engenheiro doido — — Álvaro de Campos
- O ter deveres, que prolixa coisa! — Álvaro de Campos
- O tumulto concentrado da minha imaginação intelectual... — Álvaro de Campos
- ODE MORTAL — Álvaro de Campos
- Onde é que os mortos dormem? Dorme alguém — Álvaro de Campos
- OPIARY — Álvaro de Campos
- Ora até que enfim..., perfeitamente... — Álvaro de Campos
- Ora porra! — Álvaro de Campos
- Os antigos invocavam as Musas. — Álvaro de Campos
- OS EMIGRADOS — Álvaro de Campos
- Os galos cantam e estou bebedíssimo. — Álvaro de Campos
- Os mortos! Que prodigiosamente — Álvaro de Campos
- OXFORD SHORES' — Álvaro de Campos
- P-HÁ — Álvaro de Campos
- PARAGEM. ZONA — Álvaro de Campos
- PASSAGEM DAS HORAS OU WALT WHITMAN — Álvaro de Campos
- Passo, na noite da rua suburbana, — Álvaro de Campos
- PECADO ORIGINAL — Álvaro de Campos
- Penso em ti no silêncio da noite, quando tudo é nada, — Álvaro de Campos
- Perdi a esperança como uma carteira vazia... — Álvaro de Campos
- POEMA DE CANÇÃO SOBRE A ESPERANÇA — Álvaro de Campos
- POEMA EM LINHA RECTA — Álvaro de Campos
- PSIQUETIPIA (OU PSICOTIPIA) — Álvaro de Campos
- Puseram-me uma tampa — — Álvaro de Campos
- Quando nos iremos, ah quando iremos de aqui? — Álvaro de Campos
- Quando os povos da Dalmácia — Fernando Pessoa
- Quase sem querer (se o soubéssemos!) os grandes homens saindo dos homens vulgares — Álvaro de Campos
- Que lindos olhos de azul inocente os do pequenito do agiota! — Álvaro de Campos
- Que noite serena! — Álvaro de Campos
- Que somos nós? Navios que passam um pelo outro na noite, — Álvaro de Campos
- REALIDADE — Álvaro de Campos
- REGRESSO AO LAR — Álvaro de Campos
- RETICÊNCIAS — Álvaro de Campos
- Saí do comboio, — Álvaro de Campos
- São poucos os momentos de prazer na vida... — Álvaro de Campos
- Saudação a todos quantos querem ser felizes: — Álvaro de Campos
- Se nada houvesse para além da morte, — Álvaro de Campos
- Se te queres matar, porque não te queres matar? — Álvaro de Campos
- Sem impaciência. — Álvaro de Campos
- Sim, é claro, — Álvaro de Campos
- Sim, está tudo certo. — Álvaro de Campos
- Sim, sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo, — Álvaro de Campos
- Símbolos? Estou farto de símbolos... — Álvaro de Campos
- Subiste à glória pela descida abaixo. — Álvaro de Campos
- Sucata de alma vendida pelo peso do corpo, — Álvaro de Campos
- Talvez não seja mais do que o meu sonho... — Álvaro de Campos
- Tantos poemas contemporâneos! — Álvaro de Campos
- Tão pouco heráldica a vida! — Álvaro de Campos
- Tenho escrito mais versos que verdade. — Álvaro de Campos
- Tenho uma grande constipação, — Álvaro de Campos
- Toda a gente é interessante se a gente souber ver toda a gente — Álvaro de Campos
- Todas as cartas de amor são — Álvaro de Campos
- Todas as horas faço gaffes de civilidade e etiqueta, — Álvaro de Campos
- TRAMWAY — Álvaro de Campos
- Tudo se funde no movimento — Álvaro de Campos
- Uma vontade física de comer o Universo — Álvaro de Campos
- Vai pelo cais fora um bulício de chegada próxima, — Álvaro de Campos
- Vendi-me de graça aos casuais do encontro. — Álvaro de Campos
- Ver as coisas até ao fundo... — Álvaro de Campos
- VIAGEM — Álvaro de Campos
- VILEGIATURA — Álvaro de Campos
- Vou atirar uma bomba ao destino. — Álvaro de Campos
- «THE TIMES» — Álvaro de Campos
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