FAUSTO
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📂 FAUSTO
- (after running away. (He never loves)) — Fernando Pessoa
- (Antes do monólogo da treva) — Fernando Pessoa
- (após as canções da tarde) — Fernando Pessoa
- (Depois do amor — na treva) — Fernando Pessoa
- (Então vindas d'Além de Deus, como um arrepio, mesmo do Ser...) — Fernando Pessoa
- ... Mas eu não ouso. Ó horror e tortura — Fernando Pessoa
- ...Como condenado — Fernando Pessoa
- ...e desse referver me veio — Fernando Pessoa
- 0 pensamento é enterrado vivo — Fernando Pessoa
- A Consciência de existir, a raiz — Fernando Pessoa
- A essência de mistério o seu horror — Fernando Pessoa
- A Inocência Perdida — Fernando Pessoa
- A morte! / Quanto mais eu pondero nela, mais — Fernando Pessoa
- a morte, a incompreendida — Fernando Pessoa
- A MORTE: Em mim acaba — Fernando Pessoa
- A vida é má e o pensamento é mau, — Fernando Pessoa
- Afastai-vos de mim, outrora horror — Fernando Pessoa
- Ah não poder tirar de mim os olhos, — Fernando Pessoa
- Ah qualquer cousa, — Fernando Pessoa
- Ah que nunca a verdade definida — Fernando Pessoa
- Ah, não poder dormir (eu não sei como) — Fernando Pessoa
- Ah, o horror de morrer! — Fernando Pessoa
- Ah, o horror metafísico da Acção! — Fernando Pessoa
- Ah, tudo é símbolo e analogia! — Fernando Pessoa
- Algum pronto a morrer pelo terror — Fernando Pessoa
- Ânsia infinda — Fernando Pessoa
- Ao ouvi-los rir — Fernando Pessoa
- Ao teu seio irei beber — Fernando Pessoa
- Aos homens tu produzes palidezes — Fernando Pessoa
- Às vezes passam — Fernando Pessoa
- Basta ser breve e transitória a vida — Fernando Pessoa
- Beber a vida num trago, e nesse trago — Fernando Pessoa
- Caminhamos sobre abismos — Fernando Pessoa
- Cantemos que a vida — Fernando Pessoa
- Cantos, sois sombras da minha alma. Todos — Fernando Pessoa
- Cena da Taberna — Fernando Pessoa
- Cidades, com seus comércios (...) — Fernando Pessoa
- Com o coração estranho — Fernando Pessoa
- Como é estranho — Fernando Pessoa
- Como há haver? Que é ser? Que é haver ser? — Fernando Pessoa
- Como varia — Fernando Pessoa
- Concordar não posso — Fernando Pessoa
- Condenados sem fim ao erro eterno. — Fernando Pessoa
- CRISTO: A sonhar eu venci mundos, — Fernando Pessoa
- Crucificado, / Não como Cristo numa mera cruz, — Fernando Pessoa
- D'outra vida mais bela — Fernando Pessoa
- De vez em quando surge-me nos lábios — Fernando Pessoa
- Desejava querer fugir de mim. — Fernando Pessoa
- Diálogo na Noite — Fernando Pessoa
- Diálogo na treva? — Fernando Pessoa
- Diferentemente o mesmo — Fernando Pessoa
- Do eterno erro na eterna viagem, — Fernando Pessoa
- Do horror do mistério são talvez — Fernando Pessoa
- Dois horrores — Fernando Pessoa
- Dos montes, dos vales, — Fernando Pessoa
- É abismadamente curioso — Fernando Pessoa
- E assim estou, pensando mais que todos, — Fernando Pessoa
- É o maior horror da alma — Fernando Pessoa
- E o sentimento de que a vida passa — Fernando Pessoa
- Em cada Consciência o Grande Horror — Fernando Pessoa
- Em Mim — Fernando Pessoa
- Enquanto nesta vida — Fernando Pessoa
- Epílogo? — Fernando Pessoa
- Essa simplicidade d'alma — Fernando Pessoa
- Estou acima do que agrada aos grandes — Fernando Pessoa
- Eu procurei primeiro o pensamento, — Fernando Pessoa
- Eu quisera poder abrir a mão — Fernando Pessoa
- Eu sou como um que entre o mar que lhe avança — Fernando Pessoa
- EXISTÊNCIA: Vaga noção abstracta, — Fernando Pessoa
- Fantasma sem lugar, que a minha mente — Fernando Pessoa
- FAUSTO (na taberna) — Fernando Pessoa
- Fausto ao espelho — Fernando Pessoa
- Fausto no seu laboratório — Fernando Pessoa
- Fausto perante o povo alegre — Fernando Pessoa
- FAUSTO: (aos soldados) — Fernando Pessoa
- FAUSTO: - Não descreio de Deus, passei p'ra além... — Fernando Pessoa
- FAUSTO: É isto amor? Só isto! Sinto como — Fernando Pessoa
- FAUSTO: Febre! Febre! Estou trémulo de febre — Fernando Pessoa
- FAUSTO: O casamento — Fernando Pessoa
- FAUSTO: Reza por mim Maria — Fernando Pessoa
- FAUSTO— Viva a vida! Te digo, amigo, viva! — Fernando Pessoa
- Filho das trevas, — Fernando Pessoa
- FRANZ: Isto de ser soldado — Fernando Pessoa
- Gela-me a ideia de que a morte seja — Fernando Pessoa
- Há entre mim e a humanidade um golfo, — Fernando Pessoa
- Há entre mim e o real um véu — Fernando Pessoa
- Horror! Conhecer intimamente — Fernando Pessoa
- Horror! Não sei ser inconsciente — Fernando Pessoa
- Horror, ali que liga coisas que estejam — Fernando Pessoa
- Ímpetos de dizer-lhe (....) acorda! — Fernando Pessoa
- Já estão em mim exaustas, — Fernando Pessoa
- Já oiço o impetuoso — Fernando Pessoa
- Lágrimas, chorar-vos-ei — Fernando Pessoa
- Li vaga — inerte — e sonhadoramente li — Fernando Pessoa
- Lidas, / guerras... e guerras — Fernando Pessoa
- LUCIFER: Como quando o mortal, que a terra habita, — Fernando Pessoa
- Mais que a existência — Fernando Pessoa
- MARIA: Amo como o amor ama. — Fernando Pessoa
- MARIA: Onde vais? onde vais? ah volta, volta! — Fernando Pessoa
- Mas ah! se a morte, sem ser nada ou noite, — Fernando Pessoa
- Mas Deus não terá Deus? Não haverá — Fernando Pessoa
- Mas o horror supremo do mistério — Fernando Pessoa
- Memórias de pensar vivem em mim — Fernando Pessoa
- Monólogo à Noite — Fernando Pessoa
- Monólogo na Noite — Fernando Pessoa
- Monólogo nas Trevas — Fernando Pessoa
- Montanhas, solidões, objectos todos, — Fernando Pessoa
- Morrer — esta palavra toda horror — — Fernando Pessoa
- Mundo confranges-me por existir. — Fernando Pessoa
- Não é em mim o menor horror — Fernando Pessoa
- Não é medo que faça estremecer — Fernando Pessoa
- Não é o horror à morte porque raie — Fernando Pessoa
- Não é o vago — Fernando Pessoa
- Não é o vício — Fernando Pessoa
- Não leio já; queria abrir um livro — Fernando Pessoa
- Não me concebo amando, nem dizendo — Fernando Pessoa
- Não poder Tarde — Fernando Pessoa
- Não sei de que maneira a sucessão — Fernando Pessoa
- Não, não vos disse... A essência inatingível — Fernando Pessoa
- Nem digam não, que o antigo cepticismo — Fernando Pessoa
- Ninguém compreende o meu sofrer — Fernando Pessoa
- No escuro mesmo destes pensamentos — Fernando Pessoa
- No meio das grandezas e das glórias — Fernando Pessoa
- Nos vastos céus estrelados — Fernando Pessoa
- Num atordoamento e confusão — Fernando Pessoa
- O animal teme a morte porque vive, — Fernando Pessoa
- O ateísmo — Fernando Pessoa
- O decorrer dos dias — Fernando Pessoa
- O DESTINO: As minhas mãos invisíveis — Fernando Pessoa
- O Fausto Negro (Prólogo no Inferno) — Fernando Pessoa
- O horror de me sentir viver, — Fernando Pessoa
- O horror metafísico de Outrem! — Fernando Pessoa
- O inexplicável horror — Fernando Pessoa
- O luar parece que se torna mais álgido, mais branco, — Fernando Pessoa
- O medo intelectual da «morte» — Fernando Pessoa
- O mistério de tudo — Fernando Pessoa
- O mistério dos olhos e do olhar — Fernando Pessoa
- O mistério ideal dum corpo humano, — Fernando Pessoa
- O mistério ruiu sobre a minha alma — Fernando Pessoa
- O mistério supremo do Universo — Fernando Pessoa
- O nosso mundo é real e o Deus que tem — Fernando Pessoa
- O pensamento que a dor (...) — Fernando Pessoa
- O pensar, e o pensar sempre — Fernando Pessoa
- O que é haver haver? Porque é que o que é — Fernando Pessoa
- O que pensando sofreu — Fernando Pessoa
- O resto da minha alma anda disperso — Fernando Pessoa
- O segredo da Busca é que não se acha. — Fernando Pessoa
- O Suspiro do mundo: - Vida, morte, — Fernando Pessoa
- O único mistério no universo — Fernando Pessoa
- Os mistérios profundos e horrorosos; — Fernando Pessoa
- Outr'ora quis a fama — e não a quis, — Fernando Pessoa
- Para mim ser é admirar-me de estar sendo. — Fernando Pessoa
- Para quê te falar? Ninguém me irmana — Fernando Pessoa
- Perdido / No labirinto de mim mesmo, já — Fernando Pessoa
- Pouco a pouco — Fernando Pessoa
- PRIMEIRA VOZ: Que forma velada — Fernando Pessoa
- Quando acorda p'ra vida o pensamento — Fernando Pessoa
- Quando às vezes eu penso em meu futuro, — Fernando Pessoa
- Quando penso — Fernando Pessoa
- Quando penso nas outras consciências — Fernando Pessoa
- Quando se amam, vívidos, — Fernando Pessoa
- Quanto mais claro — Fernando Pessoa
- Quanto mais fundamente penso, mais — Fernando Pessoa
- Quê? Eu morrer? — Fernando Pessoa
- Quem passa e me olha ou me conhece mal sabe — Fernando Pessoa
- Quem sabe se morrendo eu passarei — Fernando Pessoa
- Quereria / Sentir a vida dos animais, — Fernando Pessoa
- Quero fugir ao mistério — Fernando Pessoa
- Quisera / Do pensamento e sentimento dessas — Fernando Pessoa
- Quisera ter — Fernando Pessoa
- Reza por mim. — Fernando Pessoa
- Roçou-me — Fernando Pessoa
- Saído apenas duma infância — Fernando Pessoa
- Se eu morrer, na minha cova — Fernando Pessoa
- Seja: / Já que este audaz e imenso pensamento — Fernando Pessoa
- SER: Sou assim a íntima essência — Fernando Pessoa
- Seria doce amar, cingir a mim — Fernando Pessoa
- Sinto esse frio coração eu mesmo — Fernando Pessoa
- Sinto horror — Fernando Pessoa
- Só a inocência e a ignorância são — Fernando Pessoa
- Só uma cousa me apavora — Fernando Pessoa
- Sonho feito do horror do pensamento, — Fernando Pessoa
- Sonhos dentro de sonhos, — Fernando Pessoa
- Sou mais que o SER que transcende — Fernando Pessoa
- Sua inconsciência alegre é uma ofensa — Fernando Pessoa
- SUSPIRO DO MUNDO: Tremo de medo: — Fernando Pessoa
- Talvez que Deus não seja real e exista — Fernando Pessoa
- Temo a verdade. — Fernando Pessoa
- Tivesse eu mil parentes ou cercado — Fernando Pessoa
- Todo o mundo de seres e relações — Fernando Pessoa
- Todos os mistérios do universo — Fernando Pessoa
- Triste horror d'alma, não evoco já — Fernando Pessoa
- Tudo é mistério e o mistério é tudo. — Fernando Pessoa
- Tudo é mistério para mim que o é... — Fernando Pessoa
- Tudo transcende tudo; — Fernando Pessoa
- Um corpo humano! — Fernando Pessoa
- Um dia / Pensei na fama e em mim o sonho veio — Fernando Pessoa
- Uma voz como um suspiro: — Fernando Pessoa
- UMA VOZ NA ESCURIDÃO: Melodia vaga, — Fernando Pessoa
- UMA VOZ: Dorme grande inconsolável — Fernando Pessoa
- UMA VOZ: Eu sou o Espírito de Alegria, — Fernando Pessoa
- UMA VOZ: Quando a noite suave! desce — Fernando Pessoa
- UMA VOZ: Silente, medonho, — Fernando Pessoa
- Valendo mais ou menos entre si — Fernando Pessoa
- Vejo que delirei. — Fernando Pessoa
- Vendo passar amantes — Fernando Pessoa
- VICENTE: Todos, oh mestre, têm horror à morte... — Fernando Pessoa
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