Odes de Ricardo Reis
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📂 Odes de Ricardo Reis
- A abelha que, voando, freme sobre — Ricardo Reis
- A cada qual, como a estatura, é dada — Ricardo Reis
- A flor que és, não a que dás, eu quero. — Ricardo Reis
- A folha insciente, antes que a própria morra — Ricardo Reis
- A mão invisível do vento roça por cima das ervas. [ À la manière de A. Caeiro ] — Ricardo Reis
- A palidez do dia é levemente dourada. — Ricardo Reis
- Acima da verdade estão os deuses. — Ricardo Reis
- Aguardo, equânime, o que não conheço — — Ricardo Reis
- Amanhã estas letras em que te amo — Ricardo Reis
- Amo o que vejo porque deixarei — Ricardo Reis
- Anjos ou deuses, sempre nós tivemos — Ricardo Reis
- Antes de nós nos mesmos arvoredos — Ricardo Reis
- Antes de ti era a Mãe Terra escrava — Ricardo Reis
- Ao longe os montes têm neve ao sol, — Ricardo Reis
- Aos deuses peço só que me concedam — Ricardo Reis
- Àquele que, constante, nada espera — Ricardo Reis
- Aqui, dizeis, na cova a que me abeiro, — Ricardo Reis
- Aqui, Neera, longe — Ricardo Reis
- Aqui, neste misérrimo desterro — Ricardo Reis
- Aqui, sem outro Apolo do que Apolo, — Ricardo Reis
- Atrás não torna, nem, como Orfeu, volve — Ricardo Reis
- Azuis os montes que estão longe param. — Ricardo Reis
- Bocas roxas de vinho — Ricardo Reis
- Breve o dia, breve o ano, breve tudo. — Ricardo Reis
- Breve o inverno virá com sua branca — Ricardo Reis
- Cada coisa a seu tempo tem seu tempo. — Ricardo Reis
- Cada momento que a um prazer não voto — Ricardo Reis
- Cada um cumpre o destino que lhe cumpre. — Ricardo Reis
- Cada um é um mundo; e como em cada fonte — Ricardo Reis
- Cantos, risos e flores alumiem — Ricardo Reis
- Cedo demais vem sempre, Cloé, o inverno. — Ricardo Reis
- Com que vida encherei os poucos breves — Ricardo Reis
- Como este infante que alourado dorme — Ricardo Reis
- Concentra-te, e serás sereno e forte; — Ricardo Reis
- Coroai-me de rosas. — Ricardo Reis
- Cuidas tu, louco Flaco, que apertando — Ricardo Reis
- Cuidas tu, louro Flacco, que cansando — Ricardo Reis
- Cumpre a lei, seja vil ou vil tu sejas. — Ricardo Reis
- Da lâmpada nocturna — Ricardo Reis
- Da nossa semelhança com os deuses — Ricardo Reis
- De Apolo o carro rodou pra fora — Ricardo Reis
- De uma só vez recolhe — Ricardo Reis
- Débil no vício, débil na virtude — Ricardo Reis
- Deixa passar o vento — Ricardo Reis
- Deixemos, Lídia, a ciência que não põe — Ricardo Reis
- Dia após dia a mesma vida é a mesma. — Ricardo Reis
- Diana através dos ramos — Ricardo Reis
- Do que quero renego, se o querê-lo — Ricardo Reis
- Doce é o fruto à vista, e à boca amaro, — Ricardo Reis
- Dois é o prazer: gozar e o gozá-lo. — Ricardo Reis
- Domina ou cala. Não te percas, dando — Ricardo Reis
- É tão suave a fuga deste dia, — Ricardo Reis
- Em Ceres anoitece. — Ricardo Reis
- Em vão procuro o bem que me negaram. — Ricardo Reis
- Enquanto ao longe os bardos perturbarem — Ricardo Reis
- Enquanto eu vir o sol luzir nas folhas — Ricardo Reis
- Estás só. Ninguém o sabe. Cala e finge. — Ricardo Reis
- Este, seu escasso campo ora lavrando, — Ricardo Reis
- Eu nunca fui dos que a um sexo o outro — Ricardo Reis
- Fazer parar o giro sobre si — Ricardo Reis
- Feliz aquele a quem a vida grata — Ricardo Reis
- Felizes, cujos corpos sob as árvores — Ricardo Reis
- Flores amo, não busco. Se aparecem — Ricardo Reis
- Flores que colho, ou deixo, — Ricardo Reis
- Floresce em ti, ó magna terra, em cores — Ricardo Reis
- Folha após folha vemos caem — Ricardo Reis
- Frutos, dão-os as árvores que vivem, — Ricardo Reis
- Gozo sonhado é gozo, ainda que em sonho. — Ricardo Reis
- Grinalda ou coroa — Ricardo Reis
- Há uma cor que me persegue e que eu odeio, — Ricardo Reis
- Hora a hora não dura a face antiga — Ricardo Reis
- Inglória é a vida, e inglório o conhecê-la. — Ricardo Reis
- Ininterrupto e unido guia o teu curso — Ricardo Reis
- Jovem morreste, porque regressaste, — Ricardo Reis
- Lenta, descansa a onda que a maré deixa. — Ricardo Reis
- Lídia, ignoramos. Somos estrangeiros — Ricardo Reis
- Maior é quem a passo e passo avança — Ricardo Reis
- Manhã que raias sem olhar a mim, — Ricardo Reis
- Me concedam os deuses lá do alto — Ricardo Reis
- Mestre, são plácidas — Ricardo Reis
- Meu gesto que destrói — Ricardo Reis
- Nada fica de nada. Nada somos. — Ricardo Reis
- Nada me dizem vossos deuses mortos — Ricardo Reis
- Não a ti, Cristo, odeio ou menosprezo — Ricardo Reis
- Não a ti, Cristo, odeio ou te não quero. — Ricardo Reis
- Não a ti, mas aos teus, odeio, Cristo. — Ricardo Reis
- Não batas palmas diante da beleza. — Ricardo Reis
- Não canto a noite porque no meu canto — Ricardo Reis
- Não como ante donzela ou mulher viva — Ricardo Reis
- Não consentem os deuses mais que a vida. — Ricardo Reis
- Não inquiro do anónimo futuro — Ricardo Reis
- Não mais pensada que a dos mudos brutos — Ricardo Reis
- Não morreram, Neera, os velhos deuses. — Ricardo Reis
- Não porque os deuses findaram, alva Lídia, choro… — Ricardo Reis
- Não pra mim mas pra ti teço as grinaldas — Ricardo Reis
- Não queiras, Lídia, edificar no espaço — Ricardo Reis
- Não quero a fama, que comigo a têm — Ricardo Reis
- Não quero as oferendas — Ricardo Reis
- Não quero recordar nem conhecer-me. — Ricardo Reis
- Não quero, Cloé, teu amor, que oprime — Ricardo Reis
- Não sei de quem recordo meu passado — Ricardo Reis
- Não sei se é amor que tens, ou amor que finges, — Ricardo Reis
- Não sem lei, mas segundo leis diversas — Ricardo Reis
- Não só quem nos odeia ou nos inveja — Ricardo Reis
- Não tenhas nada nas mãos — Ricardo Reis
- Não torna ao ramo a folha que o deixou, — Ricardo Reis
- Não torna atrás a negregada prole — Ricardo Reis
- Neera, passeemos juntos — Ricardo Reis
- Negue-me tudo a sorte, menos vê-la, — Ricardo Reis
- Nem da erva humilde se o Destino esquece. — Ricardo Reis
- Nem vã esperança vem, não anos vão, — Ricardo Reis
- Neste dia em que os campos são de Apolo — Ricardo Reis
- Ninguém a outro ama, senão que ama — Ricardo Reis
- Ninguém, na vasta selva virgem — Ricardo Reis
- No breve número de doze meses — Ricardo Reis
- No ciclo eterno das mudáveis coisas — Ricardo Reis
- No grande espaço de não haver nada — Ricardo Reis
- No magno dia até os sons são claros. — Ricardo Reis
- No momento em que vamos pelos prados — Ricardo Reis
- No mundo, só comigo, me deixaram — Ricardo Reis
- Nos altos ramos de árvores frondosas — Ricardo Reis
- Nunca a alheia vontade, inda que grata, — Ricardo Reis
- O anel dado ao mendigo é injúria, e a sorte — Ricardo Reis
- O deus Pã não morreu, — Ricardo Reis
- O mar jaz. Gemem em segredo os ventos — Ricardo Reis
- O que sentimos, não o que é sentido, — Ricardo Reis
- O relógio de sol partido marca — Ricardo Reis
- O ritmo antigo que há nos pés descalços — Ricardo Reis
- O sono é bom pois despertamos dele — Ricardo Reis
- Olho os campos, Neera — Ricardo Reis
- Os deuses desterrados, — Ricardo Reis
- Os deuses e os Messias que são deuses — Ricardo Reis
- Os deuses são felizes. — Ricardo Reis
- Outros com liras ou com harpas narram, — Ricardo Reis
- Ouvi contar que outrora, quando a Pérsia — Ricardo Reis
- Para os deuses as coisas são mais coisas. — Ricardo Reis
- Para quê complicar inutilmente, — Ricardo Reis
- Passando a vida em ver passar a de outros, — Ricardo Reis
- Pensa quantos, no ardor da jovem ida, — Ricardo Reis
- Pequena vida consciente — Ricardo Reis
- Pequena vida consciente, sempre — Ricardo Reis
- Pequeno é o espaço que de nós separa — Ricardo Reis
- Pesa o decreto atroz do fim certeiro. — Ricardo Reis
- Pese a sentença igual da ignota morte — Ricardo Reis
- Pobres de nós que perdemos quanto — Ricardo Reis
- Pois que nada que dure, ou que, durando, — Ricardo Reis
- Prefiro rosas, meu amor, à pátria, — Ricardo Reis
- Qual, Pirro, aquilo gosta que o amarga, — Ricardo Reis
- Quando Neptuno houver alongado — Ricardo Reis
- Quanto faças, supremamente faze. — Ricardo Reis
- Quantos gozam o gozo de gozar — Ricardo Reis
- Quatro vezes mudou a estação falsa — Ricardo Reis
- Que mais que um ludo ou jogo é a extensa vida, — Ricardo Reis
- Quem diz ao dia, dura! e à treva, acaba! — Ricardo Reis
- Quem és, não o serás, que o tempo e a sorte — Ricardo Reis
- Quem fui é externo a mim. Se lembro, vejo; — Ricardo Reis
- Quer pouco: terás tudo. — Ricardo Reis
- Quero dos deuses só que me não lembrem. — Ricardo Reis
- Quero ignorado, e calmo — Ricardo Reis
- Quero versos que sejam como jóias — Ricardo Reis
- Quero, da vida, só não conhecê-la. — Ricardo Reis
- Quero, Neera, que os teus lábios laves — Ricardo Reis
- Quis que comigo vísseis — Ricardo Reis
- Rasteja mole pelos campos ermos — Ricardo Reis
- Sábio é o que se contenta com o espectáculo do mundo, — Ricardo Reis
- Se a cada coisa que há um deus compete, — Ricardo Reis
- Sê dono de ti — Ricardo Reis
- Se em verdade não sabes (nem sustentas) — Ricardo Reis
- Se hás-de ser o que choras — Ricardo Reis
- Se já não torna a eterna primavera — Ricardo Reis
- Sê lanterna, sê luz com vidro em torno, — Ricardo Reis
- Se recordo quem fui, outrem me vejo, — Ricardo Reis
- Segue o teu destino, — Ricardo Reis
- Seguro assento na coluna firme — Ricardo Reis
- Sem clepsidra ou relógio o tempo escorre — Ricardo Reis
- Sereno aguarda o fim que pouco tarda. — Ricardo Reis
- Severo narro. Quanto sinto, penso. — Ricardo Reis
- Sim, sei bem — Ricardo Reis
- Só esta liberdade nos concedem — Ricardo Reis
- Só o ter flores pela vista fora — Ricardo Reis
- Sob a leve tutela — Ricardo Reis
- Sob estas árvores ou aquelas árvores — Ricardo Reis
- Sob o jugo essencial e (...) — Ricardo Reis
- Sofro, Lídia, do medo do destino. — Ricardo Reis
- Solene passa sobre a fértil terra — Ricardo Reis
- Súbdito inútil de astros dominantes, — Ricardo Reis
- Tão cedo passa tudo quanto passa! — Ricardo Reis
- Tarda o verão. No campo tributário — Ricardo Reis
- Tirem-me os deuses — Ricardo Reis
- Toda a visão da crença se acompanha, — Ricardo Reis
- Tornar-te-ás só quem tu sempre foste. — Ricardo Reis
- Tudo que cessa é morte, e a morte é nossa — Ricardo Reis
- Tudo, desde ermos astros afastados — Ricardo Reis
- Um verso repete — Ricardo Reis
- Uma após uma as ondas apressadas — Ricardo Reis
- Uma cor me persegue na lembrança, — Ricardo Reis
- Uns, com os olhos postos no passado, — Ricardo Reis
- Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. — Ricardo Reis
- Vive sem horas. Quanto mede pesa, — Ricardo Reis
- Vivem em nós inúmeros; — Ricardo Reis
- Vós que, crentes em Cristos e Marias — Ricardo Reis
- Vossa formosa juventude leda, — Ricardo Reis
- Vou dormir, dormir, dormir, — Ricardo Reis
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