Sonetos
211 items
Collection Tree
-
📂 Luís Vaz de Camões
- 📁 Os Lusíadas
-
📂 Sonetos
- A chaga que, Senhora, me fizestes — Luís Vaz de Camões
- Vós Nymphas da Gangetica espessura — Luís Vaz de Camões
- Que vençais no Oriente tantos Reis — Luís Vaz de Camões
- A D. Simão da Silveira — Luís Vaz de Camões
- A formosura desta fresca serra — Luís Vaz de Camões
- Em flor vos arrancou, de então crescida — Luís Vaz de Camões
- A Morte, que da vida o nó desata — Luís Vaz de Camões
- À romana Populónia perguntava — Luís Vaz de Camões
- Debaixo desta pedra está metido — Luís Vaz de Camões
- Quem jaz no grão sepulchro, que descreve — Luís Vaz de Camões
- A ti, Senhor, a quem as sacras Musas — Luís Vaz de Camões
- A violeta mais bella que amanhece — Luís Vaz de Camões
- Ai amiga cruel! que apartamento — Luís Vaz de Camões
- Ah Fortuna cruel! ah duros Fados! — Luís Vaz de Camões
- Ah minha Dinamene! assi deixaste — Luís Vaz de Camões
- Alegres campos, verdes arvoredos — Luís Vaz de Camões
- Alma gentil, que á firme eternidade — Luís Vaz de Camões
- Alma minha gentil, que te partiste — Luís Vaz de Camões
- Amor he hum fogo que arde sem se ver — Luís Vaz de Camões
- Amor, com a esperança ja perdida — Luís Vaz de Camões
- Amor, que o gesto humano na alma escreve — Luís Vaz de Camões
- Apartava-se Nise de Montano — Luís Vaz de Camões
- Apollo e as nove Musas, descantando — Luís Vaz de Camões
- Aquella fera humana que enriquece — Luís Vaz de Camões
- Aquella que, de pura castidade — Luís Vaz de Camões
- Aquella triste e leda madrugada — Luís Vaz de Camões
- Aqueles claros olhos que chorando — Luís Vaz de Camões
- Bem sei, Amor, que he certo o que receio — Luís Vaz de Camões
- Cá nesta Babylonia donde mana — Luís Vaz de Camões
- Cantando estava hum dia bem seguro — Luís Vaz de Camões
- Chara minha inimiga, em cuja mão — Luís Vaz de Camões
- Chorai, Ninfas, os fados poderosos — Luís Vaz de Camões
- Com grandes esperanças ja cantei — Luís Vaz de Camões
- Com que voz chorarei meu triste fado — Luís Vaz de Camões
- Com voz desordenada, sem sentido — Luís Vaz de Camões
- Como fizeste, ó Porcia, tal ferida? — Luís Vaz de Camões
- Como podes (oh cego peccador!) — Luís Vaz de Camões
- Como quando do mar tempestuoso — Luís Vaz de Camões
- Contente vivi já, vendo-me isento — Luís Vaz de Camões
- Conversação doméstica affeiçoa — Luís Vaz de Camões
- Correm turbas as águas deste rio — Luís Vaz de Camões
- Crescei, desejo meu, pois que a Ventura — Luís Vaz de Camões
- Criou a natureza Damas bellas — Luís Vaz de Camões
- Dai-me hũa lei, Senhora, de querer-vos — Luís Vaz de Camões
- De frescas belvederes rodeadas — Luís Vaz de Camões
- De quantas graças tinha a natureza — Luís Vaz de Camões
- De vós me parto, ó vida, e em tal mudança — Luís Vaz de Camões
- Debaixo desta pedra sepultada — Luís Vaz de Camões
- Desce do ceo immenso Deos benino — Luís Vaz de Camões
- Deixando o doce fato e a cabana — Luís Vaz de Camões
- Descalço e sem chapéu Apolo louro — Luís Vaz de Camões
- Despois que quiz Amor que eu só passasse — Luís Vaz de Camões
- Despois que vio Cibele o corpo humano — Luís Vaz de Camões
- Diana prateada, esclarecia — Luís Vaz de Camões
- Ditosas almas, que ambas juntamente — Luís Vaz de Camões
- Ditoso seja aquelle que somente — Luís Vaz de Camões
- Diversos dões reparte o Ceo benino — Luís Vaz de Camões
- Dizei, Senhora, da Beleza ideia — Luís Vaz de Camões
- Doce contentamento já passado — Luís Vaz de Camões
- Doce sonho, suave e soberano — Luís Vaz de Camões
- Doces e claras águas do Mondego — Luís Vaz de Camões
- Doces lembranças da passada gloria — Luís Vaz de Camões
- Dos ceos á terra desce a mor Belleza — Luís Vaz de Camões
- Dos antigos Illustres, que deixárão — Luís Vaz de Camões
- El vaso reluciente y cristalino — Luís Vaz de Camões
- Em formosa Lethea se confia — Luís Vaz de Camões
- Em prisões baixas fui hum tempo atado — Luís Vaz de Camões
- Em um batel que com doce meneio — Luís Vaz de Camões
- En una selva al despuntar del dia — Luís Vaz de Camões
- Enquanto Febo os montes acendia — Luís Vaz de Camões
- Em quanto quiz fortuna que tivesse — Luís Vaz de Camões
- Erros meus, ma Fortuna, Amor ardente — Luís Vaz de Camões
- Esfôrço grande, igual ao pensamento — Luís Vaz de Camões
- Está o lascivo e doce passarinho — Luís Vaz de Camões
- Está-se a Primavera trasladando — Luís Vaz de Camões
- Este amor, que vos tenho limpo e puro — Luís Vaz de Camões
- Eu cantarei de amor tão docemente — Luís Vaz de Camões
- Eu cantei ja, e agora vou chorando — Luís Vaz de Camões
- Eu vivia de lágrimas isento — Luís Vaz de Camões
- Ferido sem ter cura perecia — Luís Vaz de Camões
- Formosos olhos, que na idade nossa — Luís Vaz de Camões
- Fiou-se o coração, de muito isento — Luís Vaz de Camões
- Foi ja n'hum tempo doce cousa amar — Luís Vaz de Camões
- Guardando em mi a Sorte o seu direito — Luís Vaz de Camões
- Grão tempo ha ja que soube da Ventura — Luís Vaz de Camões
- Illustre e digno ramo dos Menezes — Luís Vaz de Camões
- Indo o triste pastor todo embebido — Luís Vaz de Camões
- Já a saudosa Aurora destoucava — Luís Vaz de Camões
- Ja claro vejo bem, ja bem conheço — Luís Vaz de Camões
- Já não sinto, Senhora, os desenganos — Luís Vaz de Camões
- Já tempo foi que meus olhos folgavam — Luís Vaz de Camões
- Julga-me a gente toda por perdido — Luís Vaz de Camões
- Leda serenidade deleitosa — Luís Vaz de Camões
- Lembranças saudosas, se cuidais — Luís Vaz de Camões
- Lembranças, que lembrais o bem passado — Luís Vaz de Camões
- Lindo e subtil trançado, que ficaste — Luís Vaz de Camões
- Males, que contra mim vos conjurastes — Luís Vaz de Camões
- Memória de meu bem, cortado em flores — Luís Vaz de Camões
- Memórias ofendidas que um só dia — Luís Vaz de Camões
- Moradoras gentis e delicadas — Luís Vaz de Camões
- Mudão-se os tempos, mudão-se as vontades — Luís Vaz de Camões
- Na desesperação ja repousava — Luís Vaz de Camões
- Na metade do ceo subido ardia — Luís Vaz de Camões
- Na ribeira do Eufrates assentado — Luís Vaz de Camões
- Naiades, vós que os rios habitais — Luís Vaz de Camões
- Não passes, caminhante. Quem me chama? — Luís Vaz de Camões
- Não vás ao monte, Nise, com teu gado — Luís Vaz de Camões
- Nem o tremendo estrépito da guerra — Luís Vaz de Camões
- No mundo quiz o Tempo que se achasse — Luís Vaz de Camões
- No mundo poucos annos e cansados — Luís Vaz de Camões
- No tempo que de amor viver sohia — Luís Vaz de Camões
- Nos braços de hum Sylvano adormecendo — Luís Vaz de Camões
- N'hum bosque, que das Nymphas se habitava — Luís Vaz de Camões
- N'hum jardim adornado de verdura — Luís Vaz de Camões
- Num tão alto lugar, de tanto preço — Luís Vaz de Camões
- O ceo, a terra, o vento socegado — Luís Vaz de Camões
- O cysne quando sente ser chegada — Luís Vaz de Camões
- O culto divinal se celebrava — Luís Vaz de Camões
- O dia em que eu nasci, morra e pereça — Luís Vaz de Camões
- O filho de Latona esclarecido — Luís Vaz de Camões
- O fogo que na branda cera ardia — Luís Vaz de Camões
- Ó gloriosa cruz, ó vitorioso — Luís Vaz de Camões
- O raio crystallino se estendia — Luís Vaz de Camões
- O tempo acaba o ano, o mês e a hora — Luís Vaz de Camões
- Oh quão caro me custa o entender-te — Luís Vaz de Camões
- Oh como se me alonga de anno em ano — Luís Vaz de Camões
- Olhos fermosos, em quem quis Natura — Luís Vaz de Camões
- Ondados fios de ouro reluzente — Luís Vaz de Camões
- Onde mereci eu tal pensamento — Luís Vaz de Camões
- Orfeu enamorado que tañía — Luís Vaz de Camões
- Ornou sublime esfôrço ao grande Atlante — Luís Vaz de Camões
- Os Reinos e os Imperios poderosos — Luís Vaz de Camões
- Os vestidos Elisa revolvia — Luís Vaz de Camões
- Para se namorar do que criou — Luís Vaz de Camões
- Passo por meus trabalhos tão isento — Luís Vaz de Camões
- Pede o desejo, Dama, que vos veja — Luís Vaz de Camões
- Por os raros extremos que mostrou — Luís Vaz de Camões
- Pensamentos, que agora novamente — Luís Vaz de Camões
- Pois meus olhos não cansão de chorar — Luís Vaz de Camões
- Por cima destas águas forte e firme — Luís Vaz de Camões
- Por sua Nympha Céphalo deixava — Luís Vaz de Camões
- Porque a tamanhas penas se offerece — Luís Vaz de Camões
- Porque quereis, Senhora, que offereça — Luís Vaz de Camões
- Posto me tem fortuna em tal estado — Luís Vaz de Camões
- Presença bella, angelica figura — Luís Vaz de Camões
- Pues lágrimas tratáis, mis ojos tristes — Luís Vaz de Camões
- Qual tem a borboleta por costume — Luís Vaz de Camões
- Quando a suprema dor muito me aperta — Luís Vaz de Camões
- Quando cuido no tempo que, contente — Luís Vaz de Camões
- Quando da bella vista e doce riso — Luís Vaz de Camões
- Quando de minhas mágoas a comprida — Luís Vaz de Camões
- Quando se vir com água o fogo arder — Luís Vaz de Camões
- Quando vejo que meu destino ordena — Luís Vaz de Camões
- Quando, Senhora, quis Amor que amasse — Luís Vaz de Camões
- Quanta incerta esperança, quanto engano! — Luís Vaz de Camões
- Quantas vezes do fuso se esquecia — Luís Vaz de Camões
- Que gritos são os que ouço? – De tristeza — Luís Vaz de Camões
- Que levas, cruel Morte? Hum claro dia — Luís Vaz de Camões
- Que me quereis perpétuas saudades? — Luís Vaz de Camões
- Que modo tão subtil da natureza — Luís Vaz de Camões
- Que pode já fazer minha ventura — Luís Vaz de Camões
- Que poderei do mundo ja querer — Luís Vaz de Camões
- Quem diz que Amor he falso, ou enganoso — Luís Vaz de Camões
- Quem fosse acompanhando juntamente — Luís Vaz de Camões
- Quem pode livre ser, gentil Senhora — Luís Vaz de Camões
- Quem, Senhora, presume de louvar-vos — Luís Vaz de Camões
- Quem pudéra julgar de vós, Senhora — Luís Vaz de Camões
- Quem quiser ver d' Amor ũa excelência — Luís Vaz de Camões
- Quem vê, Senhora, claro e manifesto — Luís Vaz de Camões
- Quem vos levou de mi, saudoso estado — Luís Vaz de Camões
- Razão é já que minha confiança — Luís Vaz de Camões
- De tão divino accento em voz humana — Luís Vaz de Camões
- Se a Fortuna inquieta e mal olhada — Luís Vaz de Camões
- Se a ninguém tratais com desamor — Luís Vaz de Camões
- Se somente hora alguma em vós piedade — Luís Vaz de Camões
- Se as penas com que Amor tão mal me trata — Luís Vaz de Camões
- Se com desprezos, Nympha, te parece — Luís Vaz de Camões
- Se cuidasse que nesse peito isento — Luís Vaz de Camões
- Se de vosso fermoso e lindo gesto — Luís Vaz de Camões
- Se em mi, ó Alma, vive mais lembrança — Luís Vaz de Camões
- Se lágrimas choradas de verdade — Luís Vaz de Camões
- Se os capitães antigos colocados — Luís Vaz de Camões
- Se pena por amar-vos se merece — Luís Vaz de Camões
- Se tanta pena tenho merecida — Luís Vaz de Camões
- Se tomo a minha pena em penitencia — Luís Vaz de Camões
- Se despois de esperança tão perdida — Luís Vaz de Camões
- Seguia aquelle fogo, que o guiava — Luís Vaz de Camões
- Sempre a Razão vencida foi de Amor — Luís Vaz de Camões
- Sempre, cruel Senhora, receei — Luís Vaz de Camões
- Senhor João Lopes, o meu baixo estado — Luís Vaz de Camões
- Senhora já dest' alma, perdoai — Luís Vaz de Camões
- Gentil Senhora, se a Fortuna imiga — Luís Vaz de Camões
- Sentindo-se alcançada a bella esposa — Luís Vaz de Camões
- Sete annos de pastor Jacob servia — Luís Vaz de Camões
- Suspiros inflammados que cantais — Luís Vaz de Camões
- Sustenta meu viver ũa esperança — Luís Vaz de Camões
- Tal mostra de si dá vossa figura — Luís Vaz de Camões
- Tanto de meu estado me acho incerto — Luís Vaz de Camões
- Todas as almas tristes se mostravam — Luís Vaz de Camões
- Todo o animal da calma repousava — Luís Vaz de Camões
- Tomava Daliana por vingança — Luís Vaz de Camões
- Tomou-me vossa vista soberana — Luís Vaz de Camões
- Tornae essa brancura á alva assucena — Luís Vaz de Camões
- Transforma-se o amador na cousa amada — Luís Vaz de Camões
- Huma admiravel herva se conhece — Luís Vaz de Camões
- Hum mover de olhos, brando e piedoso — Luís Vaz de Camões
- Vai-me gastando Amor e um pensamento — Luís Vaz de Camões
- Verdade, Amor, Razão, Merecimento — Luís Vaz de Camões
- Vós outros, que buscais repouso certo — Luís Vaz de Camões
- Vós, que de olhos suaves e serenos — Luís Vaz de Camões
- Vossos olhos, Senhora, que competem — Luís Vaz de Camões
Read "Sonetos" by Luís Vaz de Camões on The Poet's Place. Browse poems in their intended order within a hierarchically organised collection. Discover more curated, popular, and trending poetry collections by Luís Vaz de Camões and other poets.