Poesia lírica
476 items
Collection Tree
-
📂 Fernando Pessoa
- 📁 MENSAGEM
- 📁 Mensagem (Canónica - Plana)
- 📁 Mensagem (Canónica)
- 📁 Odes de Ricardo Reis
- 📁 Poemas de Alberto Caeiro
- 📁 Poesia de Álvaro de Campos
- 📁 Poesia Inglesa
-
📂 Poesia Ortónima de Fernando Pessoa
- 📁 Poesia
-
📂 Poesia lírica
- A água da chuva desce a ladeira. — Fernando Pessoa
- A aranha do meu destino — Fernando Pessoa
- A ciência, a ciência, a ciência... — Fernando Pessoa
- A criança que ri na rua, — Fernando Pessoa
- A esperança como um fósforo inda aceso, — Fernando Pessoa
- A estrada, como uma senhora, — Fernando Pessoa
- A lavadeira no tanque — Fernando Pessoa
- A lembrada canção, — Fernando Pessoa
- A Lua (dizem os Ingleses) — Fernando Pessoa
- A mão posta sobre a mesa, — Fernando Pessoa
- A minha camisa rota — Fernando Pessoa
- A miséria do meu ser, — Fernando Pessoa
- A montanha por achar — Fernando Pessoa
- A morte chega cedo, — Fernando Pessoa
- A morte é a curva da estrada, — Fernando Pessoa
- À NOITE — Fernando Pessoa
- A novela inacabada, — Fernando Pessoa
- A nuvem veio e o sol parou. — Fernando Pessoa
- A pálida luz da manhã de Inverno, — Fernando Pessoa
- A parte do indolente é a abstracta vida. — Fernando Pessoa
- A quem a Natureza não fez belo — Fernando Pessoa
- A tua carne calma — Fernando Pessoa
- A tua voz fala amorosa... — Fernando Pessoa
- ABAT-JOUR — Fernando Pessoa
- Ah quanta melancolia! — Fernando Pessoa
- Ah, a esta alma que não arde — Fernando Pessoa
- Ah, bate levemente, mais levemente! — Fernando Pessoa
- Ah, como incerta, na noite em frente, — Fernando Pessoa
- Ah, como o sono é a verdade, e a única — Fernando Pessoa
- Ah, já está tudo lido, — Fernando Pessoa
- Ah, quanta vez, na hora suave — Fernando Pessoa
- Ah, quero as relvas e as crianças! — Fernando Pessoa
- Ah, sempre no curso leve do tempo pesado — Fernando Pessoa
- Ah, só eu sei — Fernando Pessoa
- Ah, toca suavemente — Fernando Pessoa
- ALGA — Fernando Pessoa
- Ameaçou chuva. E a negra — Fernando Pessoa
- Amei-te e por te amar — Fernando Pessoa
- AMIEL — Fernando Pessoa
- ANÁLISE — Fernando Pessoa
- Andavam de noite aos segredos — Fernando Pessoa
- Aqui está-se sossegado, — Fernando Pessoa
- Aqui na orla da praia, mudo e contente do mar, — Fernando Pessoa
- Aqui neste profundo apartamento — Fernando Pessoa
- Aqui onde se espera — Fernando Pessoa
- Aquilo que a gente lembra — Fernando Pessoa
- Árvore verde, — Fernando Pessoa
- As coisas que errei na vida — Fernando Pessoa
- As lentas nuvens fazem sono, — Fernando Pessoa
- As nuvens são sombrias — Fernando Pessoa
- As tuas mãos terminam em segredo. — Fernando Pessoa
- Às vezes, em sonho triste — Fernando Pessoa
- Basta pensar em sentir — Fernando Pessoa
- Bem sei que ela era a Rainha. — Fernando Pessoa
- Bem sei que estou endoidecendo. — Fernando Pessoa
- Bem sei que há ilhas lá ao sul de tudo — Fernando Pessoa
- Bem sei que todas as mágoas — Fernando Pessoa
- Bem, hoje que estou só e posso ver — Fernando Pessoa
- Bóiam farrapos de sombra — Fernando Pessoa
- Bóiam leves, desatentos, — Fernando Pessoa
- Brincava a criança — Fernando Pessoa
- Cai amplo o frio e eu durmo na tardança — Fernando Pessoa
- Cai chuva do céu cinzento — Fernando Pessoa
- Cai chuva. É noite. Uma pequena brisa — Fernando Pessoa
- Caminho a teu lado mudo — Fernando Pessoa
- CANÇÃO TRISTE — Fernando Pessoa
- Cansa sentir quando se pensa. — Fernando Pessoa
- Cansa ser, sentir dói, pensar destrui. — Fernando Pessoa
- Cansado até dos deuses que não são... — Fernando Pessoa
- Canta onde nada existe — Fernando Pessoa
- CANTO A LEOPARDI — Fernando Pessoa
- CASA BRANCA NAU PRETA — Fernando Pessoa
- CEIFEIRA — Fernando Pessoa
- Cessa o teu canto! — Fernando Pessoa
- Cheguei à janela, — Fernando Pessoa
- Chove. É dia de Natal. — Fernando Pessoa
- Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva — Fernando Pessoa
- Chove. Que fiz eu da vida? — Fernando Pessoa
- Chove?... Nenhuma chuva cai... — Fernando Pessoa
- Clareia cinzenta a noite de chuva, — Fernando Pessoa
- Começa, no ar da antemanhã, — Fernando Pessoa
- Como a noite é longa! — Fernando Pessoa
- Como às vezes num dia azul e manso — Fernando Pessoa
- Como é por dentro outra pessoa — Fernando Pessoa
- Como um vento na floresta, — Fernando Pessoa
- Contemplo o lago mudo — Fernando Pessoa
- Contemplo o que não vejo. — Fernando Pessoa
- Corno nuvens pelo céu — Fernando Pessoa
- CORPOS — Fernando Pessoa
- Criança, era outro... — Fernando Pessoa
- Dá a surpresa de ser — Fernando Pessoa
- Dá-me as mãos por brincadeira — Fernando Pessoa
- Dai-me rosas e lírios, — Fernando Pessoa
- De além das montanhas, — Fernando Pessoa
- De aqui a pouco acaba o dia. — Fernando Pessoa
- De onde é quase o horizonte — Fernando Pessoa
- Deixa-me ouvir o que não ouço... — Fernando Pessoa
- Deixei atrás os erros do que fui, — Fernando Pessoa
- Deixei de ser aquele que esperava, — Fernando Pessoa
- Deixem-me o sono! Sei que é já manhã. — Fernando Pessoa
- Deixo ao cego e ao surdo — Fernando Pessoa
- Dentro em meu coração faz dor. — Fernando Pessoa
- Depois que o som da terra, que é não tê-lo, — Fernando Pessoa
- Depois que todos foram — Fernando Pessoa
- Desce a névoa da montanha, — Fernando Pessoa
- Desfaze a mala feita para a partida! — Fernando Pessoa
- Deslembro incertamente. Meu passado — Fernando Pessoa
- Desperto de sonhar-te — Fernando Pessoa
- Desperto sempre antes que raie o dia — Fernando Pessoa
- DEUS — Fernando Pessoa
- Deve chamar-se tristeza — Fernando Pessoa
- Divido o que conheço. — Fernando Pessoa
- Dizem? — Fernando Pessoa
- Do fundo do fim do mundo — Fernando Pessoa
- Do meio da rua — Fernando Pessoa
- Do seu longínquo reino cor-de-rosa, — Fernando Pessoa
- DOBRE — Fernando Pessoa
- Dói-me quem sou. E em meio da emoção — Fernando Pessoa
- DOLORA — Fernando Pessoa
- Dorme, criança, dorme, — Fernando Pessoa
- Dorme, que a vida é nada! — Fernando Pessoa
- Dormi, sonhei. No informe labirinto — Fernando Pessoa
- Dormir! Não ter desejos nem esperanças — Fernando Pessoa
- Durmo ou não? Passam juntas em minha alma — Fernando Pessoa
- Durmo, cheio de nada, e amanhã — Fernando Pessoa
- Durmo. Regresso ou espero? — Fernando Pessoa
- Durmo. Se sonho, ao despertar não sei — Fernando Pessoa
- É boa! Se fossem malmequeres! — Fernando Pessoa
- É brando o dia, brando o vento. — Fernando Pessoa
- É inda quente o fim do dia... — Fernando Pessoa
- E ou jazigo haja — Fernando Pessoa
- E toda a noite a chuva veio — Fernando Pessoa
- É um campo verde e vasto, — Fernando Pessoa
- É uma brisa leve — Fernando Pessoa
- E, ó vento vago — Fernando Pessoa
- Eh, como outrora era outra a que eu não tinha! — Fernando Pessoa
- Eis-me em mim absorto — Fernando Pessoa
- Elle est si belle, — Fernando Pessoa
- Em outro mundo, onde a vontade é lei, — Fernando Pessoa
- Em plena vida e violência — Fernando Pessoa
- Em tempos quis o mundo inteiro. — Fernando Pessoa
- Em torno a mim, em maré cheia, — Fernando Pessoa
- Em torno ao candeeiro desolado — Fernando Pessoa
- Enfia, a agulha, — Fernando Pessoa
- Entre o luar e a folhagem, — Fernando Pessoa
- Entre o luar e o arvoredo, — Fernando Pessoa
- Entre o sono e o sonho, — Fernando Pessoa
- Entre o sossego e o arvoredo, — Fernando Pessoa
- Era isso mesmo — Fernando Pessoa
- Eram varões todos, — Fernando Pessoa
- Escuta-me piedosamente. — Fernando Pessoa
- ESTADO DE ALMA — Fernando Pessoa
- EU — Fernando Pessoa
- Eu amo tudo o que foi, — Fernando Pessoa
- Eu me resigno. Há no alto da montanha — Fernando Pessoa
- Eu no tempo não choro que me leve — Fernando Pessoa
- Eu tenho ideias e razões, — Fernando Pessoa
- Exígua lâmpada tranquila, — Fernando Pessoa
- Falhei. Os astros seguem seu caminho. — Fernando Pessoa
- Feliz dia para quem é — Fernando Pessoa
- Fiquei doido, fiquei tonto… — Fernando Pessoa
- Fito-me frente a frente — Fernando Pessoa
- Flor que não dura — Fernando Pessoa
- Flui, indeciso na bruma, — Fernando Pessoa
- Foi um momento — Fernando Pessoa
- Fúria nas trevas o vento — Fernando Pessoa
- Gato que brincas na rua — Fernando Pessoa
- GLOSA — Fernando Pessoa
- Gnomos do luar que faz selvas — Fernando Pessoa
- Gostara, realmente, — Fernando Pessoa
- Gradual, desde que o calor — Fernando Pessoa
- Grande sol a entreter — Fernando Pessoa
- Grandes mistérios habitam — Fernando Pessoa
- Guardo ainda, como um pasmo — Fernando Pessoa
- Há em tudo que fazemos — Fernando Pessoa
- Há luz no tojo e no brejo — Fernando Pessoa
- Há música. Tenho sono — Fernando Pessoa
- Há no firmamento — Fernando Pessoa
- Há quanto tempo não canto — Fernando Pessoa
- Há quase um ano não escrevo. — Fernando Pessoa
- Há um frio e um vácuo no ar. — Fernando Pessoa
- Há um grande som no arvoredo. — Fernando Pessoa
- Há um murmúrio na floresta, — Fernando Pessoa
- Há uma música do povo, — Fernando Pessoa
- Hoje estou triste, estou triste. — Fernando Pessoa
- Hoje que a tarde é calma e o céu tranquilo, — Fernando Pessoa
- Hoje, neste ócio incerto — Fernando Pessoa
- HORA MORTA — Fernando Pessoa
- Houve um ritmo no meu sono, — Fernando Pessoa
- I - A criança que fui chora na estrada. — Fernando Pessoa
- I - Sim, farei...; e hora a hora passa o dia... — Fernando Pessoa
- INCIDENTE — Fernando Pessoa
- Já estou tranquilo. Já não espero nada. — Fernando Pessoa
- Já me não pesa tanto o vir da morte. — Fernando Pessoa
- Já não me importo — Fernando Pessoa
- Já não vivi em vão — Fernando Pessoa
- Já ouvi doze vezes dar a hora — Fernando Pessoa
- Lá fora a vida estua e tem dinheiro. — Fernando Pessoa
- Lá fora onde árvores são — Fernando Pessoa
- Ladram uns cães a distância, — Fernando Pessoa
- Lâmpada deserta, — Fernando Pessoa
- Lembro-me bem do seu olhar. — Fernando Pessoa
- Lembro-me ou não? Ou sonhei? — Fernando Pessoa
- Lenta e quieta a sombra vasta — Fernando Pessoa
- Leve no cimo das ervas — Fernando Pessoa
- Leves véus velam, nuvens vãs, a Lua. — Fernando Pessoa
- LIGEIA — Fernando Pessoa
- Longe de mim em mim existo — Fernando Pessoa
- L'HOMME — Fernando Pessoa
- Mais triste do que o que acontece — Fernando Pessoa
- MAR. MANHÃ — Fernando Pessoa
- Maravilha-te, memória! — Fernando Pessoa
- Mas eu, alheio sempre, sempre entrando — Fernando Pessoa
- Mas o hóspede inconvidado — Fernando Pessoa
- Melodia triste sem pranto, — Fernando Pessoa
- Mendigo do que não conhece, — Fernando Pessoa
- Meu coração esteve sempre — Fernando Pessoa
- Meu coração tardou. Meu coração — Fernando Pessoa
- Meu pensamento, dito, já não é — Fernando Pessoa
- Meu ruído de alma cala. — Fernando Pessoa
- Meu ser vive na Noite e no Desejo. — Fernando Pessoa
- Meus dias passam, minha fé também. — Fernando Pessoa
- Meus gestos não sou eu. — Fernando Pessoa
- Meus versos são meu sonho dado. — Fernando Pessoa
- Minha mulher, a solidão, — Fernando Pessoa
- Minhas mesmas emoções — Fernando Pessoa
- Momento imperceptível, — Fernando Pessoa
- Montes, e a paz que há neles, pois são longe... — Fernando Pessoa
- Música... Que sei eu de mim? — Fernando Pessoa
- Na margem verde da estrada — Fernando Pessoa
- Na noite em que não durmo — Fernando Pessoa
- Na noite que me desconhece — Fernando Pessoa
- Na orla do vento movem — Fernando Pessoa
- Na paz da noite, cheia de tanto durar, — Fernando Pessoa
- Na quinta entre ciprestes — Fernando Pessoa
- Na ribeira deste rio — Fernando Pessoa
- Na véspera de nada — Fernando Pessoa
- Nada que sou me interessa. — Fernando Pessoa
- Nada. Passaram nuvens e eu fiquei... — Fernando Pessoa
- Não combati: ninguém mo mereceu. — Fernando Pessoa
- Não creio ainda no que sinto - — Fernando Pessoa
- Não digas nada! — Fernando Pessoa
- Não digas nada! Que hás-me de dizer? — Fernando Pessoa
- Não digas que, sepulto, já não sente — Fernando Pessoa
- Não é ainda a noite — Fernando Pessoa
- Não fiz nada, bem sei, nem o farei, — Fernando Pessoa
- Não meu, não meu é quanto escrevo, — Fernando Pessoa
- Não quero mais que um som de água — Fernando Pessoa
- Não quero rosas, desde que haja rosas. — Fernando Pessoa
- Não sei o quê desgosta — Fernando Pessoa
- Não sei quantas almas tenho. — Fernando Pessoa
- Não sei que desgosta — Fernando Pessoa
- Não sei que sonho me não descansa — Fernando Pessoa
- Não sei se é sonho, se realidade, — Fernando Pessoa
- Não sei ser triste a valer — Fernando Pessoa
- Não sei, ama, onde era, — Fernando Pessoa
- Não tenho que sonhar que possam dar-me — Fernando Pessoa
- Não tenho quinta nenhuma. — Fernando Pessoa
- Não tragas flores, que eu sofro... — Fernando Pessoa
- Não venhas sentar-te à minha frente, nem a meu lado; — Fernando Pessoa
- Não, não é nesse lago entre rochedos, — Fernando Pessoa
- Não: não digas nada! — Fernando Pessoa
- Nas entressombras de arvoredo — Fernando Pessoa
- Nas grandes horas em que a insónia avulta — Fernando Pessoa
- Náusea. Vontade de nada. — Fernando Pessoa
- Nesta grande oscilação — Fernando Pessoa
- Neste mundo em que esquecemos — Fernando Pessoa
- No alto da tua sombra, a prumo sobre — Fernando Pessoa
- No céu da noite que começa — Fernando Pessoa
- No chão do céu o Sol que acaba arde. — Fernando Pessoa
- No fim da chuva e do vento — Fernando Pessoa
- No fundo do pensamento — Fernando Pessoa
- No limiar que não é meu — Fernando Pessoa
- No mal-estar em que vivo — Fernando Pessoa
- No meu sonho estiolaram — Fernando Pessoa
- No ouro sem fim da tarde morta, — Fernando Pessoa
- Nos jardins municipais — Fernando Pessoa
- Nuvens sobre a floresta... — Fernando Pessoa
- O abismo é o muro que tenho — Fernando Pessoa
- O amor é que é essencial. — Fernando Pessoa
- O amor que eu tenho não me deixa estar — Fernando Pessoa
- O amor, quando se revela, — Fernando Pessoa
- O céu de todos os Invernos — Fernando Pessoa
- O CONTRA-SÍMBOLO — Fernando Pessoa
- Ó curva do horizonte, quem te passa, — Fernando Pessoa
- Ó ervas frescas que cobris — Fernando Pessoa
- O grande sol na eira — Fernando Pessoa
- O LOUCO — Fernando Pessoa
- O mau aroma alacre — Fernando Pessoa
- O meu coração quebrou-se — Fernando Pessoa
- O meu sentimento é cinza — Fernando Pessoa
- O meu tédio não dorme. — Fernando Pessoa
- O mundo rui a meu redor, escombro a escombro. — Fernando Pessoa
- Ó naus felizes, que do mar vago — Fernando Pessoa
- O ponteiro dos segundos — Fernando Pessoa
- O que é vida e o que é morte — Fernando Pessoa
- O que eu fui o que é? — Fernando Pessoa
- O que me dói não é — Fernando Pessoa
- O que o seu jeito revela — Fernando Pessoa
- O rio que passa dura — Fernando Pessoa
- O ruído vário da rua — Fernando Pessoa
- O sol às casas, como a montes, — Fernando Pessoa
- O sol doirava-te a cabeça loura. — Fernando Pessoa
- O sol que doura as neves afastadas — Fernando Pessoa
- O sol queima o que toca. — Fernando Pessoa
- O som contínuo da chuva — Fernando Pessoa
- O som do relógio — Fernando Pessoa
- O sonho que se opôs a que eu vivesse — Fernando Pessoa
- Ó sorte de olhar mesquinho — Fernando Pessoa
- O vento sopra lá fora. — Fernando Pessoa
- O vento tem variedade — Fernando Pessoa
- O véu das lágrimas não cega. — Fernando Pessoa
- Oca de conter-me — Fernando Pessoa
- Oiço passar o vento na noite. — Fernando Pessoa
- Oiço, como se o cheiro — Fernando Pessoa
- Olha-me rindo uma criança — Fernando Pessoa
- Olhando o mar, sonho sem ter de quê. — Fernando Pessoa
- Onda que, enrolada, tornas, — Fernando Pessoa
- Onde a serenata? — Fernando Pessoa
- Onde o sossego dorme — Fernando Pessoa
- Onde pus a esperança, as rosas — Fernando Pessoa
- Onde quer que o arado o seu traço consiga — Fernando Pessoa
- Onde, em jardins exaustos — Fernando Pessoa
- Os deuses, não os reis, são os tiranos. — Fernando Pessoa
- Os teus olhos azuis são cor do céu — Fernando Pessoa
- Oscila o incensório antigo — Fernando Pessoa
- Ouço sem ver, e assim, entre o arvoredo, — Fernando Pessoa
- Outros terão — Fernando Pessoa
- Ouvi os sábios todos discutir, — Fernando Pessoa
- Paira à tona de água — Fernando Pessoa
- Paisagens, quero-as comigo. — Fernando Pessoa
- Pálida sombra esvoaça — Fernando Pessoa
- Pálida, a Lua permanece — Fernando Pessoa
- Parece às vezes que desperto — Fernando Pessoa
- Parece estar calor, mas nasce — Fernando Pessoa
- Parece que estou sossegando — Fernando Pessoa
- Passa entre as sombras de arvoredo — Fernando Pessoa
- Passa uma nuvem pelo sol — Fernando Pessoa
- Passam na rua os cortejos — Fernando Pessoa
- Passava eu na estrada pensando impreciso, — Fernando Pessoa
- Passos tardam na relva — Fernando Pessoa
- PEDROUÇOS — Fernando Pessoa
- Pela rua já serena — Fernando Pessoa
- Pelo plaino sem caminho — Fernando Pessoa
- Pois cai um grande e calmo efeito — Fernando Pessoa
- Por quem foi que me trocaram — Fernando Pessoa
- Por trás daquela janela — Fernando Pessoa
- Porque é que um sono agita — Fernando Pessoa
- Porque esqueci quem fui quando criança? — Fernando Pessoa
- Porque o olhar de quem não merece — Fernando Pessoa
- Porque sou tão triste ignoro — Fernando Pessoa
- Porque vivo, quem sou, o que sou, quem me leva? — Fernando Pessoa
- Porque, ó Sagrado, sobre a minha vida — Fernando Pessoa
- Pouco importa de onde a brisa — Fernando Pessoa
- Pousa um momento, — Fernando Pessoa
- PRESSÁGIO — Fernando Pessoa
- Pudesse eu como o luar — Fernando Pessoa
- Qual é a tarde por achar — Fernando Pessoa
- Qualquer caminho leva a toda a parte — Fernando Pessoa
- Qualquer coisa de obscuro permanece — Fernando Pessoa
- Quando as crianças brincam — Fernando Pessoa
- Quando é que o cativeiro — Fernando Pessoa
- Quando era criança — Fernando Pessoa
- Quando era jovem, eu a mim dizia: — Fernando Pessoa
- Quando estou só reconheço — Fernando Pessoa
- Quando já nada nos resta — Fernando Pessoa
- Quando, com razão ou sem, — Fernando Pessoa
- Quanto fui jaz. Quanto serei não sou. — Fernando Pessoa
- Quanto fui peregrino — Fernando Pessoa
- Quase anónima sorris — Fernando Pessoa
- Que coisa distante — Fernando Pessoa
- Que fútil toda essa tristeza — Fernando Pessoa
- Que linda é quem não és! — Fernando Pessoa
- Que suave é o ar! Como parece — Fernando Pessoa
- Quem bate à minha porta — Fernando Pessoa
- Quem me amarrou a ser eu — Fernando Pessoa
- Quem me roubou quem nunca fui e a vida? — Fernando Pessoa
- Quem vende a verdade, e a que esquina? — Fernando Pessoa
- Quero dormir. Não sei se quero a morte, — Fernando Pessoa
- Quero ser livre insincero — Fernando Pessoa
- Quero, terei — — Fernando Pessoa
- Rala cai chuva. O ar não é escuro. A hora — Fernando Pessoa
- Redemoinha o vento, — Fernando Pessoa
- Relógio, morre — — Fernando Pessoa
- Renego, lápis partido, — Fernando Pessoa
- Repousa sobre o trigo — Fernando Pessoa
- Saber? Que sei eu? — Fernando Pessoa
- Sabes quem sou? Eu não sei. — Fernando Pessoa
- SCHEHERAZAD — Fernando Pessoa
- Se acaso, alheado até do que sonhei, — Fernando Pessoa
- Se alguém bater um dia à tua porta, — Fernando Pessoa
- Se estou só, quero não estar, — Fernando Pessoa
- Se eu me sentir sono, — Fernando Pessoa
- Se eu pudesse não ter o ser que tenho — Fernando Pessoa
- Se eu, ainda que ninguém, — Fernando Pessoa
- Se há arte ou ciência para ler a sina — Fernando Pessoa
- Se penso mais que um momento — Fernando Pessoa
- Se sou alegre ou sou triste?... — Fernando Pessoa
- Se tudo o que há é mentira, — Fernando Pessoa
- Sei bem que não consigo — Fernando Pessoa
- Sei que nunca terei o que procuro — Fernando Pessoa
- Sepulto vive quem é a outrem dado. — Fernando Pessoa
- Ser consciente é talvez um esquecimento. — Fernando Pessoa
- Serena voz imperfeita, eleita — Fernando Pessoa
- Servo sem dor de um desolado intuito, — Fernando Pessoa
- Sim, já sei... — Fernando Pessoa
- Sim, tudo é certo logo que o não seja, — Fernando Pessoa
- Sim, vem um canto na noite. — Fernando Pessoa
- Sob olhos que não olham — os meus olhos — — Fernando Pessoa
- Sonhei, confuso, e o sono foi disperso, — Fernando Pessoa
- Sonhei. Desperto. Um tédio doloroso — Fernando Pessoa
- Sonho sem fim nem fundo. — Fernando Pessoa
- Sopra de mais o vento — Fernando Pessoa
- Sopra o vento, sopra o vento, — Fernando Pessoa
- Sorriso audível das folhas, — Fernando Pessoa
- Sou o Espírito da treva, — Fernando Pessoa
- Sou o fantasma de um rei — Fernando Pessoa
- Sou um evadido. — Fernando Pessoa
- Súbita mão de algum fantasma oculto — Fernando Pessoa
- Talhei, artífice de um morto rito, — Fernando Pessoa
- Talvez que seja a brisa — Fernando Pessoa
- Tão linda e finda a memoro! — Fernando Pessoa
- Tão vago é o vento que parece — Fernando Pessoa
- Tece, amor, as grinaldas com que queres — Fernando Pessoa
- TÉDIO — Fernando Pessoa
- Tenho em mim como uma bruma — Fernando Pessoa
- Tenho escrito muitos versos, — Fernando Pessoa
- Tenho esperança? Não tenho. — Fernando Pessoa
- Tenho pena até... nem sei... — Fernando Pessoa
- Tenho pena e não respondo. — Fernando Pessoa
- Tenho sono em pleno dia. — Fernando Pessoa
- Tenho tal sono que pensar é um mal. — Fernando Pessoa
- Tenho tanto sentimento — Fernando Pessoa
- Teu corpo real que dorme — Fernando Pessoa
- Teu inútil dever — Fernando Pessoa
- Teu perfil, teu olhar real ou feito, — Fernando Pessoa
- Todas as coisas que há neste mundo — Fernando Pessoa
- Tudo foi dito antes que se dissesse. — Fernando Pessoa
- Tudo quanto penso, — Fernando Pessoa
- Tudo quanto sonhei tenho perdido — Fernando Pessoa
- Tudo que amei, se é que o amei, ignoro, — Fernando Pessoa
- Tudo que faço ou medito — Fernando Pessoa
- Tudo que sinto, tudo quanto penso, — Fernando Pessoa
- Tudo que sou não é mais do que abismo — Fernando Pessoa
- Tudo, menos o tédio, me faz tédio. — Fernando Pessoa
- Um cansaço feliz, uma tristeza informe — Fernando Pessoa
- Um dia baço mas não frio... — Fernando Pessoa
- Um muro de nuvens densas — Fernando Pessoa
- Uma maior solidão — Fernando Pessoa
- Uma névoa de Outono o ar raro vela, — Fernando Pessoa
- Universal lamento — Fernando Pessoa
- Vaga saudade, tanto — Fernando Pessoa
- Vaga, no azul amplo solta, — Fernando Pessoa
- Vai alta a nuvem que passa, — Fernando Pessoa
- Vai alto pela folhagem — Fernando Pessoa
- Vai lá longe, na floresta, — Fernando Pessoa
- Vai leve a sombra — Fernando Pessoa
- Vai pela estrada que na colina — Fernando Pessoa
- Vai redonda e alta — Fernando Pessoa
- Vão breves passando — Fernando Pessoa
- Vão na onda militar — Fernando Pessoa
- Vê-la faz pena de esperança. — Fernando Pessoa
- Vejo passar os barcos pelo mar, — Fernando Pessoa
- Velo, na noite em mim, — Fernando Pessoa
- Vem dos lados da montanha — Fernando Pessoa
- VENDAVAL — Fernando Pessoa
- Vento que passas — Fernando Pessoa
- Verdadeiramente — Fernando Pessoa
- Viajar! Perder países! — Fernando Pessoa
- Vinha elegante, depressa, — Fernando Pessoa
- VISÃO — Fernando Pessoa
- Vou com um passo como de ir parar — Fernando Pessoa
- Vou em mim como entre bosques, — Fernando Pessoa
- 📁 CHUVA OBLÍQUA
- 📁 EM BUSCA DA BELEZA
- 📁 FICÇÕES DO INTERLÚDIO
- 📁 Poesia dramática
- 📁 Poesia simbólica e elegíaca
- 📁 Poesia de cariz popular
- 📁 Poesia satírica
- 📁 Sobre Portugal
- 📁 Textos de Juventude
- 📁 Textos Heterónimos
- 📁 Textos Publicados em vida
Read "Poesia lírica" by Fernando Pessoa on The Poet's Place. Browse poems in their intended order within a hierarchically organised collection. Discover more curated, popular, and trending poetry collections by Fernando Pessoa and other poets.